terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Policia Rodoviaria Federal combate crimes ambientais no Rio Grande do Norte

*Policiais rodoviários federais do Núcleo de Operações Especiais- NOE apreenderam no km 107 da BR 304, às 18h30 de sexta-feira, 15m³ de madeira nativa (jurema preta e pereiro) sem Documento de Origem  Florestal – DOF. Foi submetido a Termo Circunstanciado de Ocorrência – TCO, Abiran Higino de Souza, 26 anos,condutor do veículo que trasportava a madeira, um caminhão GM/Chevrolet 12000, placa MYL4875/RN. A ocorrência do crime ambiental foi encaminhada ao Poder Judiciário Local.*

*Em Ipanguaçu/RN, na RN-118, às 12h38 do mesmo dia, foi apreendida uma espingarda calibre 32, com 16 cartuchos intactos, e preso Elanjorbison Avelino de Souza, 21 anos, condutor da motocicleta Honda/CG 125 Titan, placa MXI 5481/RN, por porte ilegal de arma. Ocorrência encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de plantão de Mossoró. No mesmo local, às 13h15, foram apreendidos sete animais silvestres (seis rolinhas e um teju-açu abatidos), além de duas espingardas calibre 36 com 43 cartuchos intactos e 14 deflagrados. Foram presos Damião de Medeiros Souza, 31 anos, e Maciel da Rocha Ferreira, 21 anos, condutor e passageiro, respectivamente, da motocicleta Honda/CG 125 Titan, placa MYU 2389/RN, ambos por porte ilegal de armas e crime ambiental. Ocorrência encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de plantão de Mossoró. *

*Em Assu, no km 107 da BR 304, às 18h30 do mesmo dia , foi apreendida, por estar sem licença ou registro da autoridade ambiental competente, uma motossera Still, modelo MS250, transportada no Fiat/Uno Electronic, placa MXZ 2390/RN. Ocorrência encaminhada ao IBAMA em Mossoró.*

*O combate aos crimes ambientais é uma constante da PRF, que diuturnamente reprime pequenas e grandes ocorrências de crimes ambientais. É importante lembrar que a subtração lenta e sistemática de espécimes da fauna e da flora contribui para a desertificação e a extinção de animais silvestres. *
Fonte: Eduardo Dantas

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

COP 17 avançou pouco em ações de combate ao desmate, dizem ONGs



A Conferência do Clima em Durban, na África do Sul, trouxe avanços insuficientes para frear o desmatamento das últimas grandes florestas do planeta, avaliam especialistas, que pressionam para que a questão volte ao centro da luta contra as mudanças climáticas.
O mecanismo que prevê pagamentos para manter as florestas intactas chamado de Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) avançou pouco na COP 17.
Houve algumas decisões para o futuro mercado de carbono, deixou claro que deve haver financiamento público e estabeleceu que haverá regras para garantir a redução de emissões e salvaguardas de respeito aos povos indígenas, locais e à biodiversidade. Mas faltou objetividade.
“Não houve avanços na definição de fontes de financiamento de longo prazo e sem isto não podemos falar em sustentabilidade do REDD”, lamentou, em declarações esta quarta-feira, Louis Verchot, cientista do Centro Internacional de Pesquisa Florestal (CIFOR).
“O REDD foi ofuscado em Durban por questões mais amplas”, disse Bruce Cabarle, líder da iniciativa de Florestas e Clima da ONG Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que pediu pressa aos negociadores. “Todas as análises dizem que precisamos reduzir logo as emissões (provocadas) pelo desmatamento para limitar o aquecimento global a 2 ºC e para isto, a definição do REDD é fundamental”, considerou.
O desmate florestal representa cerca de 17% das emissões de gases de efeito estufa, causadores do aquecimento global, mais do que o volume emitido por todo o transporte no planeta. Estimativas apontam que, anualmente, o planeta perde 70 mil km² de sua cobertura vegetal, onde vivem mais de 1 bilhão de pessoas.
Sem combate – Num momento em que os cientistas denunciam um forte aumento dos índices de desmatamento na África, a vice-presidente de Desenvolvimento Sustentável do Banco Mundial, Rachel Kyte, deixou claro o desafio: “as florestas não podem ser preservadas se as pessoas tiverem fome”.
“É um pecado mundial que não tenhamos REDD. Combater o desmatamento é a opção que dá mais resultados de curto prazo na redução das emissões na atmosfera, isto sem contar a importância das florestas para a chuva, a conservação da biodiversidade e a água”, disse Franz Tattenbach, presidente do Instituto de Desenvolvimento Sustentável, do Canadá, que nos anos 1990 impulsionou o primeiro programa de pagamento de serviços ambientais, na Costa Rica.
As ações contra o desmatamento são críticas no Brasil e Indonésia, países que, embora tenham avançado, “concentram mais de 70% das emissões do desmatamento”; também são necessários avanços na bacia do Congo, em Malásia e Mianmar, e outras áreas da América Latina, destacou Verchot.
Muitos países se anteciparam às definições do REDD para estar preparados quando o sistema tiver sido lançado, e há iniciativas de grandes doadores, como a Noruega, ou através do Banco Mundial, mas as regras e a capacidade dos países em aplicá-las demoram. (Fonte: G1)

Tromba d’água é registrada na Lagoa dos Patos/RS



Uma tromba d’água foi registrada nesta quarta-feira (14) na Lagoa dos Patos, na cidade de Arambaré, no Rio Grande do Sul.
O fenômeno foi fotografado pelo médico Fábio Raphaelli, que mora em Tapes e trabalha em Arambaré, cidade vizinha. Segundo ele, as fotos foram feitas por volta das 8h. Foram dois tornados, que duraram cerca de 20 minutos.
“Quando estava chegando, vi aquelas nuvens negras. Entrei na cidade e vi aquilo dentro d’água. Foram duas simultâneas. Depois veio um vento forte com tempestade e com granizo, e o tornado se inclinou”, afirmou.
Segundo a meteorologista Naiane Araújo, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), a tromba d’água é um tornado de pequena categoria, mas que acontece na água. “São semelhantes aos tornados, com extensão bem menor”, afirma.
“No Sul, estamos com uma área de baixa pressão que gira no sentido horário, o que favorece esse fenômeno. As trombas d’água não são raras. Elas são consequência dessas áreas de instabilidade que estão naquela região”, explica. (Fonte: G1)

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Polícia Ambiental de Parelhas continua intensificando fiscalizações no açude Gargalheiras

Na foto: Policiais ambientais Francisley e Reginaldo

A Polícia ambiental de Parelhas continua intensificando fiscalizações na Barragem Marechal Dutra, mais conhecido como Açude Gargalheiras,  situado no município de Acari-RN. Ontem (07) quarta feira, os policiais ambientais de Parelhas juntamente com policiais do 2º pelotão ambiental de Caicó fiscalizaram por meio de lancha todo açude, tudo tranquilo, apenas alguns pescadores praticando suas atividades, mas dentro da legalidade, ambos foram orientados quanto à questão da pesca predatória e que em breve a atividade pesqueira sofrerá algumas restrições através de portarias que regulamentam a pesca durante a piracema.

A palavra piracema é de origem tupi e significa "subida do peixe". Refere-se ao período em que os peixes buscam os locais mais adequados para desova e alimentação. O fenômeno acontece todos os anos, coincidindo com o início do período das chuvas, geralmente no final de cada ano estendendo-se até fevereiro.



O Ibama e a Polícia Ambiental estão no aguardo quanto ao  período a ser estabelecido para o defeso da piracema, onde o intensivo esforço de fiscalização irá acontecer nos reservatórios públicos e privados do Rio Grande do Norte.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

OMM aponta 2011 como ano mais quente com ocorrência de La Niña


O ano de 2011 será o mais quente com a ocorrência do fenômeno La Niña já registrado, aponta relatório preliminar lançado nesta terça-feira (29) pela Organização Meteorológica Mundial (OMM, na sigla em inglês), ligada à ONU.
O documento foi apresentado na Conferência sobre Mudanças Climáticas (COP 17), em Durban, na África do Sul.
“ La Niña tem um efeito de resfriamento. Ainda assim, 2011 aparece como o 10º ano mais quente já registrado “, explicou o vice-secretário-geral do organismo, Jerry Lengoasa. La Niña é um evento climático cíclico em que as temperaturas superficiais do Oceano Pacífico caem. A temperatura do ar na altura da superfície do solo e do mar, nos primeiros dez meses de 2011, ficou 0,41 grau acima da média registrada no planeta entre 1961-1990.
Este ano deve ficar entre os dez mais quentes de que se tem registro. Assim, dos 15 anos mais quentes conhecidos, 13 ocorreram entre 1997 e 2011.
Outro sinal de que este ano não fugiu da tendência de aquecimento do planeta é que a calota polar ártica teve seu segundo menor tamanho já registrado durante o verão boreal. Na mínima deste ano, em setembro, havia 35% menos gelo na região ártica do que na média dos anos 1979-2000. “Vai haver uma perda significativa, não dá para dizer completa, mas significativa”, respondeu Lengoasa ao ser questionado sobre um possível desaparecimento total do gelo no norte do planeta.
Os anos em que ocorre La Niña costumam ser mais frios que aqueles que o precedem e seguem. Este padrão se repetiu em 2011, que está sendo mais frio que o ano passado, mas já num patamar acima do que se registrava anteriormente.
As enchentes do Rio de Janeiro foram consideradas o pior “evento único” deste ano no relatório da OMM, pela sua alta letalidade, causando a morte de centenas de pessoas em poucos dias.
“O Brasil registrou este ano grande quantidade de deslizamentos, que mataram muitas pessoas. Foi um dos piores desastres de causas naturais que o país já teve. Isso se deve ao aumento das chuvas. E claro que, com esse aumento, se esses eventos de grande precipitação continuarem como uma tendência, as pessoas mais vulneráveis estarão mais expostas”, disse ao G1. “Não só no Brasil. Houve outras partes atingidas por enchentes na América do Sul, como o Equador”, ressaltou.
Outros eventos climáticos severos foram registrados ao redor do planeta este ano, como a grave seca no leste da África e as enchentes no Sudeste Asiático. Os Estados Unidos perderam mais de US$ 1 bilhão em 14 ocorrências meteorológicas extremas, como seca no sul, incluindo o estado do Texas, e enchentes no norte, aponta a OMM. O país teve ainda uma grande quantidade de tornados. Em maio, no estado de Missouri, foram 157 mortes causadas pelos ventos, no tornado mais letal desde 1947. O Canadá registrou algumas de suas piores enchentes também, indica a OMM. (Fonte: Dennis Barbosa/ Globo Natureza)

Amazônia perde em outubro área igual a 240 ‘Ibirapueras’, diz Inpe






O desmatamento na Amazônia Legal aumentou 52% no mês de outubro em relação a setembro deste ano, segundo dados divulgados nesta terça-feira (29) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), sediado em São José dos Campos (SP).
De acordo com levantamento, realizado pelo sistema de detecção do desmatamento em tempo real, o Deter, que utiliza imagens de satélite para visualizar a perda de vegetação no bioma, em outubro deste ano uma área de 385,56 km² de floresta foi derrubada, equivalente a 240 vezes o tamanho do Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Em setembro, perdeu-se 253,8 km² de floresta.
Comparado ao mesmo período do ano passado, o ritmo de degradação na Amazônia praticamente não se alterou, registrando uma leve queda. Segundo o Deter, no mesmo mês de 2010 o desmate foi de 388,86 km².
Estados – Segundo o Inpe, pela primeira vez no ano o estado de Rondônia aparece como a região que mais desmatou a floresta, com 128,59 km², área equivalente a sete vezes o tamanho da Ilha de Fernando de Noronha, localizada em Pernambuco.
Atrás de Rondônia vem o Pará, responsável por derrubar 119,39 km² de floresta, seguido do Mato Grosso, com 98,08 km². O estado do Amazonas aparece na quarta posição, com o desmate de 18,93 km². Em outubro, os satélites não conseguiram visualizar 17% da região de floresta devido à alta densidade de nuvens.
De janeiro a outubro deste ano, a floresta amazônica perdeu uma área de 2.221 km² de floresta, quase duas vezes o tamanho da cidade do Rio de Janeiro. (Fonte: Globo Natureza)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Policia Militar de São José do Seridó prende caçadores na zona rural

Na Foto: Peba Capturado - Fotos e Fonte: V&C Artigos

Na manha deste feriado, caçadores foram flagrados no sítio Olho D'água, zona rural de São José do Seridó a 5 Km da área urbana. Policiais Militares do destacamento de São José chegaram até eles, através de uma denúncia anônima encaminhada pelo 190. A pessoa, que não quis se identificar, relatou que homens estavam caçando naquelas imediações.
Os policiais, que não dormem em serviço, partiram para averiguar a ocorrência e chegando lá se depararam com três motocicletas (ver foto) estacionadas às margens de uma estrada carroçável. Se embrenhando mais caatinga a dentro, a polícia flagrou 5 caçadores com um animal comumente conhecido no Seridó como Peba, uma espécie de tatu.
De pronto, a CIPAM foi acionado, os infratores foram conduzidos para a 3ª DRP sendo autuados em flagrante e posteriormente liberados. Os inimigos dos animais deverão responder por crime ambiental.

Fonte: Blog Eduardo Dantas